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O que você empreendedor pode absorver sobre a história do Facebook?

A história do Facebook tem muito a te dizer sobre o futuro do marketing nas redes sociais. Confira seus principais acontecimentos e os aprendizados que eles comunicam. Você já percebeu como a história do Facebook vem desenhando o futuro do marketing digital nas redes sociais? Possuir uma Fan Page  é essencial para qualquer negócio. Porém, é preciso entender como as constantes atualizações influenciam na sua estratégia. Há 15 anos, quando Mark Zuckerberg escreveu o Facebook, com certeza ele não imaginava a amplitude que sua criação iria tomar. Hoje, ainda jovem, ele é um empresário renomado, uma das pessoas mais influentes mundialmente, e o Facebook se tornou a maior rede social do globo. A mentalidade de Zuckerberg, como presidente e diretor executivo da empresa, se volta para a experiência dos usuários e trás novidades periodicamente. A questão é que os micro e pequenos negócios foram os primeiros a sentir os desafios das atualizações. Um dos maiores exemplos é o algoritmo que define a relevância das publicações. Diante disso, quais saídas um microempreendedor tem além do investimento em anúncios pagos? Acompanhe as informações a seguir e, em seguida, confira dicas práticas para contornar esse entrave! O lançamento e os pontos centrais da história do Facebook Lançamento e audiência A história do Facebook se iniciou com o lançamento de uma versão inicial do site no dia 4 de Fevereiro de 2004. Na época, Mark Zuckerberg e os cofundadores, Dustin Moskovitz, Chris Hughes e Eduardo Saverin, eram jovens estudantes na universidade de Harvard. Era aberto apenas para estudantes da instituição de ensino, e permitia somente que os usuários solicitassem amizade um dos outros e conferissem as informações de perfil. O site tomou grandes proporções rapidamente. Em poucos anos, já era conhecido e utilizado mundialmente por usuários de redes de ensino médio, superior e, posteriormente, por redes profissionais. Em Dezembro de 2005, o site chegou a 6 milhões de usuários. Um ano depois, após a ser aberto para todo os tipos de usuários, o site chega a 12 milhões contas ativas. Em 2007, atingiu o marco de 58 milhões de perfis e não parou por aí, alcançando mais de um bilhão em 2012. Facebook para celular O aplicativo do Facebook para celular foi lançado em Abril de 2006. Porém, foi com o lançamento do aplicativo para iPhone que ele realmente se tornou capaz de ser o centro das atenções. Em 2007, a Apple havia lançado o primeiro smartphone com tela sensível ao toque. Porém, a criação da loja de aplicativos, a App Store, só ocorreu em Julho de 2008, e o Facebook estava entre os primeiros aplicativos disponíveis para download. Como você deve se lembrar, a evolução da tecnologia mobile se deu muito pelos aplicativos. Desde aquele tempo, as pessoas têm se conectado e interagido cada vez mais por meio das redes sociais. O Facebook se tornou um dos principais canais utilizados nesse contexto, assim como provam os números de usuários ativos que você conferiu no tópico anterior. Páginas empresariais e plataforma de anúncios Um dos principais pontos marcantes sobre a história do Facebook para empreendedores e empresas foi o lançamento das páginas públicas e empresariais. Ao mesmo tempo, houve também o lançamento da plataforma de anúncios, em Novembro de 2007. Com essa novidade, marcas e profissionais passaram a ter maior presença na rede social podendo, principalmente, anunciar para a sua audiência no ambiente digital mais acessado por ela. As principais mudanças entre as primeiras e últimas versões 2009: lançamento de anúncios para perfis demográficos específicos. 2011: o recurso Sponsored Stories gerou polêmica ao permitir que marcas anunciassem os comentários de seguidores sobre si mesma. Então, foi necessário incrementar um termo de compromisso. Além disso, houve um marco na história do Facebook: o algoritmo do site foi modificado para um versão mais complexa e incrementado com machine learning. A partir daí, passou a determinar a relevância das publicações que aparecem para cada usuário. 2012: lançamento de anúncios para a versão mobile. 2013: o recurso Social Graph passou a entregar dados dos usuários para anunciantes, facilitando a estruturação de estratégias de marketing. Ao mesmo tempo, o lançamento do Facebook Exchange permitiu a compra de anúncios em tempo real por meio de uma espécie de leilão, além de poderem segmentar o público-alvo com base em dados originados de cookies. 2014: o recurso Lookalike Audiences permitiu atingir perfis de pessoas semelhantes com a base de leads e direcionar posts específicos apenas para determinados perfis. Ocorreu também um nova alteração no algoritmo que provocou a redução do alcance orgânico de posts de páginas empresariais. 2015: houve o lançamento do Facebook Analytics com o oferecimento de análise das métricas relacionadas ao comportamento do consumidor para os anunciantes; 2016: a introdução do Market Place permitiu ações de compra e venda diretamente no site. Outra novidade é que o Analytics ganhou uma versão beta para apps, visando levar em conta o impacto da troca de plataformas e dispositivos no comportamento do consumidor. 2017: houve a inclusão de uma nova ferramenta de Insights Automatizados no Facebook Analytics, que gera informações sobre tendências de comportamento dos consumidores. 2018: novos recursos de inteligência artificial foram acrescentados ao Market Place. Além disso, houve mais um alarde que entrou para a história do Facebook e preocupou anunciantes: uma maior valorização da experiência do usuário e da conexão entre pessoas. Com isso, o algoritmo do Facebook passou priorizar as publicações de amigos e familiares no feed. 2019: houve a criação da aba “qualidade da página” nas páginas empresariais, que mostra posts removidos ou que tiveram a visibilidade reduzida por não estarem em conformidade com os padrões e políticas do Facebook. O impacto das últimas atualizações nos pequenos negócios Ao observar todas essas informações sobre a história do Facebook, pode ser que você, como microempreendedor, tenha se sentido desanimado. O Facebook afiou bastante os seus recursos, mas, ao mesmo tempo, eles representam um nível de rigorosidade cada vez mais para anunciantes. Diante disso, como você pode alavancar o seu negócio na maior rede social do mundo sem a

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Como promover seu negócio nas redes sociais com Stories

Desde seu lançamento, a ferramenta Stories do Instagram/Facebook vem ganhando mais espaço nas estratégias de Marketing Digital. O site Facebook para empresas publicou um artigo com dados fundamentados em pesquisas que reforçam a importância desta ferramenta. Confira abaixo: “Atualmente, é possível realizar e compartilhar seus Stories no Instagram, Facebook e Messenger e no Status do WhatsApp para fortalecer e aproximar o seu relacionamento com clientes e potenciais consumidores. Além disso, mais de uma em cada duas pessoas pesquisadas em 12 países que usam o Stories afirmam que realizam compras online depois de ser impactadas pelo formato.” Para entender mais sobre o Stories – o formato vertical de tela cheia – que permite compartilhar e visualizar vídeos e fotos durante 24 horas, o Facebook IQ encomendou uma pesquisa para Ipsos em 12 mercados diferentes1, o que resultou em 18 entrevistas com pessoas de 13 a 54 anos que usam o formato no Facebook, Instagram, Messenger e no Status do WhatsApp. Com este estudo em mãos, podemos ter mais insights sobre o comportamento das pessoas no Stories, o que permite que as marcas criem campanhas com mais direcionamento seja para reconhecimento de marca ou aumento de vendas. Inspire seus consumidores com o Stories É inegável que o Stories oferece formas criativas de contar histórias, compartilhar momentos e maneiras divertidas de mostrar o dia a dia, seja de uma pessoa ou de uma marca. Assim, o formato traz a oportunidade única de estar por dentro das novidades e fortalecer relacionamentos, como um consumidor saber mais sobre como é feito seu produto favorito, uma pessoa indicar novas marcas ou compartilhar acontecimentos pessoais. O Stories fortalece o relacionamento das pessoas com as marcas: 69% dos entrevistados afirmam que o Stories é uma boa maneira para conhecer novos produtos ou serviços. 62% das pessoas entrevistadas têm mais interesse em marcas e produtos depois de visualizar um Stories de empresas. 31% dos entrevistados dizem que no futuro terão maior propensão em usar o Stories para se conectarem com as marcas que gostam. A pesquisa revelou que as pessoas fortaleceram seus relacionamentos com as marcas e, além disso, aumentaram as intenções de compra por produtos e serviços graças ao Stories. Descobrimos também que, em todos os mercados, as ações mais comuns das pessoas após a visualização de um conteúdo das marcas no Stories foram acessar o site ou ir à loja para saber mais informações sobre produtos e serviços ofertados. Ainda percebemos que, para as na América Latina (34%) e Ásia-Pacífico (31%), enviar mensagens às marcas era uma ocorrência frequente depois de ver imagens e vídeos no formato vertical. Como as marcas têm se destacado no Stories: Durante a pesquisa, as pessoas demonstraram o que consideram relevantes nos conteúdos de marcas no Stories, confira: 51% saber mais sobre promoções. 51% facilidade e agilidade para compreender o conteúdo. 45% obter dicas e conselhos. 44% mostrar novidades de produtos e serviços. 43% ter autenticidade nos Stories. Além dos destaques acima, no Brasil, na Alemanha e na Indonésia, inspiração e motivação entraram na lista do que as pessoas preferem ver no Stories. Já na Austrália e no México, ficar por dentro dos eventos que acontecem ao seu redor. Mais um ponto para ser levado em conta é que, atualmente, 40% dos Stories visualizados têm o som desativado2 e, por isso, é importante ter em mente o uso de legendas e sobreposições na hora de criar campanhas para este formato. No entanto, não resta dúvida de que o principal ingrediente para criar stories de marca eficazes é a criatividade. Confira estes exemplos de marcas que estão obtendo sucesso usando o Facebook e o Instagram Stories para obter inspiração e, nas palavras do Facebook Creative Shop, experimente mais. Fonte: Site Facebook para empresas

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Por que (e como) ser criativo em celulares e smartphones

A ideia de que celulares e smartphones seriam apenas outros meios para veicular anúncios e campanhas publicitárias ficou para trás. Conforme explicou Mark D’Arcy, Chief Creative Officer do Facebook, “eles serão as plataformas dominantes para publicidade” nos próximos anos. Mas o desafio que a popularização dos smartphones trouxe para os profissionais de área continua: como ser criativo nesse mundo mais dinâmico? Como, afinal, prender a atenção de um público que já não dedica mais tanto tempo a um só conteúdo? As respostas começam nos dados. Segundo estudo da eMarketer1, as pessoas já dedicam uma média de 3 horas diárias de atenção à tela de um smartphone. Além disso, 62% dos entrevistados para essa mesma pesquisa dizem checar o celular 30 vezes por dia e o aplicativo mobile do Facebook pelo menos 14 vezes nesse mesmo período. No Brasil, inclusive, 1 a cada 5 minutos que as pessoas passam navegando é dedicado ao Facebook e ao Instagram, segundo dados internos. “Você olha ao redor, seja aqui ou em qualquer outro lugar, e nota o envolvimento das pessoas com os smartphones”, disse D’Arcy, durante apresentação no último Festival do Clube de Criação, realizado em São Paulo. Ou seja, oportunidades para impactar o público-alvo não faltam. O desafio maior, porém, é disputar e ganhar a atenção das pessoas, que têm acesso a uma enxurrada de outros conteúdos além do seu. E para solucioná-lo, é preciso entender com mais detalhes como as pessoas se comportam em um dispositivo móvel.

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Virando a mesa – voltando às raízes para criar novos mercados

Um debate sobre empreendedorismo, sustentabilidade e inovação entre o chef Alex Atala e Pedro Paulo Diniz no CEO Summit 2016, da Endeavor.   Qual a semelhança entre o chef de cozinha e o empreendedor? Foi assim que começou o bate papo do Alex Atala, ilustre chef do restaurante D.O.M, com Pedro Paulo Diniz, ex-piloto de Fórmula 1 e administrador de uma fazenda especializada em produtos orgânicos, a Fazenda da Toca. O papo aconteceu durante o CEO Summit 2016 (assista à íntegra acima). Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/ceo-summit-alex-atala-pedro-paulo-diniz/

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