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Transformação Digital x Redes Sociais

A transformação digital pode ser alcançada através de várias medidas – elas são bem acessíveis e vale cada investimento. Dentre elas, há uma que parece informal e pouco importante para vários(as) gestores(as), o que os(as) fazem negligenciá-la: a manutenção das redes sociais. Por ser um meio mais despojado e informal, muitos empresários não o veem como um canal potente para o marketing de suas empresas, pois o relacionam apenas ao universo da descontração. No entanto, é imprescindível que sua empresa esteja nas redes sociais ativamente. Vamos entender melhor como as redes sociais podem ser valiosas no projeto de transformação digital da sua empresa. O CONSUMO DE INFORMAÇÃO E RELACIONAMENTO NO MUNDO DIGITAL CONTINUA CRESCENDO NA PANDEMIA – E CONTINUARÁ A CRESCER APÓS SEU TÉRMINO. No início da pandemia da covid-19, surgiram várias teorias de como seria o novo normal. Houve falas pessimistas e catastróficas sobre o fim de profissões, de grandes instituições, de sentimentos e até de formas de relacionamentos. Muita coisa, claro, não se concretizou. Hoje, depois de 1 ano de pandemia, algumas teorias já se perderam, mas outras se confirmaram. Entre as tendências que se confirmaram, estão a certeza de que o consumo de informação e de relacionamento no mundo digital continuarão a crescer após a pandemia. As pessoas encontraram na web espaço para manter alguma rotina de convivência – mesmo que virtual – e possibilitar a manutenção de laços familiares, de amizade e até amorosos enquanto precisavam se distanciar fisicamente. Vários canais de informação liberaram os acessos às notícias, que passaram a ser mais acessadas, uma vez que existia – e existe – a ânsia por saber o que acontecia do portão de casa para fora. Várias profissões se reestruturaram, várias relações comerciais foram repaginadas, vários ofícios passaram por um processo acelerado de transformação digital. Atualmente, as empresas já percebem a importância de manter presença na web, porém, ainda têm dificuldades de criar conteúdos relevantes que gere engajamento e audiência em favor do crescimento do seu negócio. A regra essencial para trabalhar com produção de conteúdo para redes sociais em qualquer esfera do Marketing Digital, é conhecer sua persona. Tendo a persona definida, você terá condições de saber quais os assuntos abordar e qual a melhor estratégia para adotar para atrair seu público à sua marca. Entregue ao seu público conteúdos relevantes, com alto nível de empatia. Focar em nichos ajuda a direcionar a comunicação, procure direcionar o assunto do conteúdo com o que realmente seu público está procurando. Com um bom planejamento, você terá meios para criar conteúdos que engajam quem te segue, sem falar que não correrá o risco de publicar sobre o mesmo assunto em datas muito próximas ou até duplicados. Saiba quais redes sociais você deve usar e como criar conteúdos para elas aqui. LIDE COM AS POSTAGENS NAS REDES SOCIAIS COM A SERIEDADE QUE ELAS MERECEM: PLANEJE, CRIE, PRODUZA E AGENDE SEUS POSTS. As redes sociais são um espaço de informalidade para o seu público. A forma de administrá-las não deve ser amadora. O retorno que o investimento feito em suas postagens dá à sua empresa pode te surpreender. Não é viável tratar o perfil da sua marca com a mesma tranquilidade que você trata o seu perfil pessoal. Veja esse espaço como todos os outros da sua empresa– sejam os físicos ou os virtuais. Crie um calendário de postagem. Mantenha uma movimentação periódica. Quanto mais movimentada é a sua rede, mais ela aparece para os usuários, e maior é a prioridade que os algoritmos do administrador dá para ela na fila de aparição nos feeds dos seguidores. Produza posts interativos. Pode ser um simples stories com pergunta, com enquete, apontando o post feito no feed. Crie conteúdo “printável”: quando alguém salva seu post ou dá um “print” na tela dos seus stories, por exemplo, a sua credibilidade cresce na rede, e o algoritmo entende que você é importante. Além da moral que bons posts ganham com o público, claro. SUA EMPRESA PRODUZ CONTEÚDOS DIARIAMENTE. APROVEITE-OS NAS REDES SOCIAIS. Todos os dias acontecem “coisas” na sua empresa. Aproveite essa oportunidade para criar conteúdos diários – seja mostrando o backsatage de alguma etapa de produção; alguma curiosidade, até mesmo dúvidas que surgiram ali no momento. Isso mostra o quanto você está motivado a fazer o seu melhor. Você pode pedir para que os seus colaboradores contribuam nessa parte também. Cada segmento possui uma infinidade de materiais que podem ser aproveitados. No entanto, não se esqueça de também planejar a postagem desses materiais, de organizá-los com critério e de lançá-los em ordem cronológica estratégica. Por exemplo, você pode eleger as sextas-feiras para materiais mais descontraídos. Além de planejar os posts, também é interessante marcar as pessoas envolvidas, Todas essas são práticas que podem melhorar o engajamento do seu público.

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Produção de conteúdo para redes sociais: sua empresa está no caminho certo?

A produção de conteúdo é muito importante para que a sua empresa avance nas comunicações com os clientes e ainda tem o seu lugar de destaque em estratégias online por fazer com que seu público “caminhe” pelo funil de vendas. Quer descobrir como direcionar suas estratégias de conteúdo? A hora chegou. Vem comigo! Como funciona a produção de conteúdo em marketing digital? A produção de conteúdo para redes sociais pode acontecer de diferentes formas e todas elas podem ser válidas. Seja através de um canal no YouTube, publicações em redes sociais, artigos e materiais ricos para um blog. As opções são infinitas e nós acreditamos que você precisa começar o quanto antes. Sabe o motivo? Quanto mais conteúdo de valor você produz, maiores são as suas chances de alcançar seu público-alvo e converter mais — ou seja, mais pessoas interessadas, mais vendas, maior sucesso para sua marca. 3 passos indispensáveis para a Produção de Conteúdo 1. Comece mapeando a sua Persona Sem o conhecimento do seu público, fica difícil dialogar com ele. Você pode ter pessoas de idades próximas, mas com gostos, hábitos, preferências, percepções de mundo muito diferentes. Inclusive, não deixe de mapear também as redes em que essas pessoas estão. Reflitamos juntos: você tem uma marca de roupas infantis – qual é seu público-alvo? Os pais e responsáveis, certo?! Afinal, são eles quem irão realizar as compras. É importante que os seus produtos conversem com o público infantil- que tenha atrativos específicos para a categoria, mas quem você precisa convencer não é a criança. Essas crianças podem até estar no Instagram, porém, seus pais e mães estão? Se for o caso, pense no objetivo da comunicação e em quais redes ou canais você atingirá a pessoa certa. Se for uma comunicação para pais e mães, por exemplo, talvez uma newsletter ou uma publicação no Facebook possam fazer mais sentido do que um Instagram Stories ou um Tweet, por exemplo. Tudo isso vai variar caso a caso, né? 2. Tenha consistência (e use a produção de conteúdo para atrair leads) Os primeiros conteúdos que você vai produzir para sua empresa, muito provavelmente, não irão alcançar resultados muito expressivos. E está tudo certo. Todo mundo começa com resultados mais tímidos e, com o tempo, vai crescendo. Mas é aí que o valor do conteúdo e a consistência entram em cena. É importante criar um calendário de publicações que estejam alinhadas a alguns fatores: a capacidade de entrega com máxima qualidade e valor, prazos e pessoas envolvidas na execução. Desta forma, você vai conseguir atrair mais pessoas e vai ver sua estratégia de conteúdo evoluindo ao longo do tempo. Mais que isso, você também vai manter as pessoas já engajadas, mostrando a elas que você se preocupa e que quer dividir o máximo com cada uma delas. O resultado? Alcance cada vez maior. 3. Tenha um site organizado Não é por acaso que a internet tem bilhões de páginas: as pessoas acessam sites para tudo. No seu caso, não seria diferente. Você precisa de um site para que todas as informações sobre sua empresa esteja ao alcance de quem precisar. Ao mesmo tempo, não é inserir tudo e esperar que as pessoas procurem aquilo que quiserem: você precisa oferecer uma experiência para que elas possam navegar com tranquilidade e tenham prazer em estar ali. Pense na estruturação das informações, no conteúdo que você está entregando, nos menus, imagens, ícones… Tudo isso é de suma importância para que mais pessoas queiram visitar este canal que tem um potencial muito grande de conversão. E então, gostou das dicas de hoje sobre produção de conteúdo? Tem dúvidas sobre o assunto? Vamos conversar e evoluir juntos. Comente e compartilhe esse artigo com mais pessoas.

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TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E A IMPORTÂNCIA DE MANTER UM SITE ATIVO

O processo de transformação digital da sua empresa é de extrema importância para manter o seu negócio ativo. Esse projeto é composto por várias ações que visam a digitalização real dos seus negócios. Diferentemente do que muitos(as) gestores(as) pensam, um bom programa de transformação digital não contém apenas ações complexas. Contém, sim, várias ações simples, porém imprescindíveis para colocar a sua marca no mundo digital, essencial para a captação e fidelização de clientes. Neste artigo, vamos explicar melhor algumas estratégias para você utilizar no seu site, a fim de gerar acessos, mas para isso, é preciso aprender a deixa-lo agradável, atrativo e com uma usabilidade eficiente. Com essas medidas simples, o site da sua empresa terá um bom ganho de tráfego, que é, afinal, o que interessa. TENHA UM SITE ESTRUTURADO, ORGANIZADO E COMPATÍVEL COM TODOS OS DISPOSITIVOS Já conversamos sobre algumas estratégias importantes para seguir ao elaborar ou aprimorar o site no seu programa de transformação digital. Existem medidas simples que melhoram muito esse seu espaço virtual e até servem de isca para atrair e seduzir novos clientes. O site da sua empresa representa a sua marca no mundo virtual. Ele é acessado a todos os momentos por seus clientes atuais ou futuros, e precisa estar o tempo todo preparado para isso. Da mesma forma que você não deve receber visitas de colaboradores e possíveis clientes com a sua empresa desorganizada e caótica, seu site também não pode estar desorganizado e caótico quando receber visitas. A questão é que o seu espaço virtual recebe pessoas o tempo todo. Você deve pensar no site como pensa no espaço físico da sua empresa: as coisas devem estar em seus lugares, deve haver uma lógica prática na organização desse espaço, todos os conteúdos devem estar dispostos de forma que facilite a navegação do usuário, promovendo uma ótima experiência para o usuário. MAS AFINAL DE CONTAS, O QUE PRECISA SER FEITO NO SEU SITE PARA TORNA-LO DE FATO UM SITE ATIVO? CRIE UMA ÁREA DE NOTÍCIAS Muitos gestores têm dificuldade de pensar em conteúdos novos para postar no site, e perdem tempo e dinheiro planejando material para alimentar o ambiente digital. O projeto de transformação digital deve focar na sua rotina de forma prática, objetiva e eficiente. Acontecem coisas interessantes diariamente no ambiente de trabalho. Eventos, produções de trabalhos específicos, desenvolvimento de projetos, reuniões… O mundo empresarial está cheio de informações, basta organizá-las e prepará-las para a publicação no seu site. Sabemos que essa preparação por si só já demanda um grande trabalho, e talvez não exista mão de obra reservada para isso no seu projeto de transformação digital. Se tiver problema para designar pessoas para fazer essas funções, uma ideia que funciona é criar grupos voltados para isso. Muitos colaboradores têm interesse em ter essa participação Você pode selecionar alguns deles para produzir, selecionar e até publicar esse material com a orientação de um profissional da área. BLOG É UMA ÓTIMA ESTRATÉGIA PARA GERAR ACESSOS AO SITE É interessante reservar uma aba do site da sua empresa para criar um blog com textos mais informais, pessoais, produzidos por colaboradores voluntários ou por redatores especializados. Nesse espaço pode haver dicas, informações específicas sobre determinado produto ou serviço, curiosidades relacionadas com o segmento de atuação, artigos de opinião, testes… Nele, podem ser explorados também conteúdos como dicas de carreira, vagas de estágio ou emprego, sugestões, entre vários outros conteúdos mais pessoais. Essa aba, que pode parecer simples e pouco acadêmica, é uma ferramenta muito eficiente para personalizar as relações no seu universo empresarial. Isso poderá não só atrair futuros clientes como também gerar relacionamento com os atuais. ÁREA DE VAGAS DE ESTÁGIO Dependendo do segmento, do foco e do público da sua marca, a área de vagas de estágio é a mais acessada. Nesses casos, não se deve colocar esses anúncios entre as notícias em geral. É importante criar uma sessão especial para ela, e torná-la prática, objetiva, agradável e de fácil acesso. Ela não deve ficar escondida, e deve ser atualizada constantemente. Manter uma sessão com vagas vencidas ou inexistentes é pior que não ter. Logo, gestor(a), crie e esteja disposto a alimentá-la – ou dê essa tarefa para alguém que a fará bem. Você perceberá que a área de vagas de estágio além de gerar tráfego para o site, cria mais um vínculo com seu público. REDES SOCIAIS TAMBÉM GERAM TRÁFEGO Já falamos sobre a importância de se manter as redes sociais bem cuidadas e alimentadas. São inúmeros os benefícios e o retorno é rápido e perceptível. Você também pode utilizar as redes sociais para gerar tráfego ao site. Posts rápidos com chamadas para notícias postadas no site, para novos conteúdos do blog ou para anúncios de vagas de emprego não só movimentam as redes como geram tráfego para o site. Entretanto, não esqueça de inserir o link do site na bio das redes sociais. Isso facilita o usuário a chegar ao seu destino on-line.

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Marketing pós pandemia – O que você precisa saber

Uma das principais características do marketing é a sua capacidade de adaptação – ao longo dos anos, o entendimento de mercado e a criação de produtos e serviços específicos para o público sofreram diversas alterações. E a recente pandemia da covid-19, que pegou todo o mundo de surpresa, forçou muitas mudanças no mercado. Algumas delas aconteceram de maneira desordenada e sem nenhum planejamento como podemos perceber pelos altos índices de negócios que fecharam as portas. Uma das saídas que a população brasileira encontrou foi o empreendedorismo. De acordo com o relatório da Global Entrepenuership Monitor (GEM) 2020, realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ), cerca de 10,9 milhões de novos registros de Microempreendedores individuais (MEIs) foram realizados nos primeiros meses de 2020. Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles “A taxa total de empreendedorismo no Brasil sofreu uma redução nunca vista antes. A pandemia do coronavírus veio e derrubou o mercado todo, em especial os mais antigos. Por outro lado, por causa do desemprego, entrou muita gente nova e inexperiente que tenta sobreviver, por meio de um pequeno negócio. O mundo inteiro sentiu esse impacto, mas, no Brasil, os efeitos sobre o empreendedorismo foram mais fortes ainda”. Ainda Melles, “Entrou muita gente inexperiente e empreendedores preparados se viram obrigados a abandonar os empreendimentos que possuíam, o que representa uma forte mudança qualitativa”. Aposte no MARKETING PERSONALIZADO Se antes o marketing digital já era muito importante para as pequenas e grandes empresas, ele agora é essencial! O uso de estratégias que comunicam diretamente com a persona selecionada e que ainda conseguem conversar com outros públicos, no âmbito digital, é percebido imediatamente pelos clientes. O índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie, mostrou que o e-commerce cresceu 73,88% em 2020 e continuou crescendo em 2021, atingindo um acumulado de 17,47% de crescimento no ano. “Mesmo com a flexibilização e abertura das lojas do varejo físico para um cenário mais semelhante ao observado antes da pandemia, os dados de dezembro comprovam que as compras online tornaram-se um hábito dos consumidores brasileiros. O forte crescimento das vendas de Natal ajudou para que o resultado consolidado do ano realmente fosse um sucesso para o setor”, André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e Fundador do Neotrust | Compre & Confie. Um outro fator muito importante que foi registrado recentemente é a maneira que os produtos estão sendo consumidos. Os clientes estão buscando cada vez mais por produtos que correspondem às suas reais necessidades, ou seja, produtos que fazem parte do nosso dia a dia; empresas sérias e responsáveis e produtos para a saúde física e mental. Dentre os “aspectos importantes para a decisão de compra no Brasil”, 73% dos consumidores se preocupam com a autenticidade e honestidade do serviço/produto ao oposto do 1% que não se importa com esses aspectos. As empresas que não se adequam a esses critérios estão sendo prontamente substituídas por outras. O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR PÓS PANDEMIA Uma dica valiosa para ter um negócio de sucesso – qualquer que seja o ramo, é prestar bastante atenção no comportamento do consumidor. É a posição dele que vai te apontar o melhor caminho a seguir. Como mencionamos, o consumo está cada vez mais consciente, portanto, certifique-se de que sua empresa tenha isso em mente – seja estabelecendo um pós-venda mais ativo, esclarecendo as etapas de produção, valorizando o conceito de reaproveitamento…seja qual for o seu segmento, o relacionamento saudável com seu cliente é fundamental. Outro ponto importante é, na verdade, uma junção de três valores: posicionamento social +estabilidade +incerteza. Estudos apontam que o número de vendas online subiu de 22% para 34% em 2020, porém, os carrinhos abandonados são alarmantes. Aquelas compras por impulso, promoções relâmpago e satisfação passageira precisam ser repensadas. Se continuarmos analisando os dados do MCC-ENET, dentro dos Indicadores de Categorias, os itens mais comprados na internet até maio/2021 são equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (43,2%); móveis e eletrodomésticos (27,6%) e tecidos, vestuário e calçados (10,1%). A bola de neve formada pela pandemia pode ser entendida na seguinte ordem: muitos negócios fechando; demissão em massa; redução significativa da renda familiar e gastos inesperados dentro de casa. Isso resultou num consumidor mais receoso, que busca estabilidade e que compra de maneira consciente. Sendo assim, como fica o marketing pós-pandemia? O MARKETING PÓS PANDEMIA Como mencionamos no início do texto, mudanças ocorrem naturalmente, e o que nós temos observado nos últimos anos é a forte presença da tecnologia no nosso dia a dia (vide o Mobile Commerce). É imprescindível a adaptação e a implementação dela na nossa rotina. De acordo com o “guru do marketing” Philip Kotler: Há evidências de que os consumidores estão formando opiniões sobre quais empresas se preocupam com eles e quais são apenas máquinas de fazer dinheiro. Portanto, as companhias precisam estar cientes disso e fazer com que sua marca tenha um significado social e também econômico. A crise da covid-19 está tornando os consumidores mais conscientes de suas escolhas. Não é apenas o fato de haver mais desemprego e menor renda que leva os consumidores a marcas de custo mais baixo ou a desistir de produtos desnecessários. Tenho testemunhado o crescimento de um consumo mais racional, de mais vegetarianos, de mais conversas anticonsumo devido à situação. Philip Kotler – revista Exame Dessa maneira, construir um bom plano de marketing é imprescindível e você pode conferir mais dicas no texto – Como fazer um plano de marketing poderoso para sua empresa.

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Uma abordagem estratégica para as redes sociais

Analisar apenas os números das curtidas nas redes sociais é um erro, os números sozinhos, as vezes não dizem nada. O Blog Resultados Digitais publicou um excelente artigo apresentando uma abordagem mais estratégica sobre o uso das redes sociais. Confira abaixo: As redes sociais estão tão presentes na nossa vida que parece que sempre existiram. A primeira a bombar no Brasil foi o Orkut, que surgiu em 2004. Muitos pensavam que era apenas um modismo. Ninguém cogitava, na época, a hipótese de utilizar esse canal comercialmente. Quase 15 anos se passaram e muita coisa mudou. Hoje, acontece o contrário: pouca gente imagina como seria o dia a dia sem as mídias sociais. Estar presente nelas é praticamente uma obrigação para empresas de todas as áreas. Às vezes elas parecem mundos à parte. É um erro, porém, separar redes sociais e “vida real” ao traçar uma estratégia de comunicação institucional para esse meio. As particularidades desse mundo devem ser levadas em conta, mas o perfil do público-alvo e o propósito da empresa são os mesmos. Isso é comunicação estratégica: considerar todas as variáveis na hora de planejar e executar as ações, mas sem deixar de mirar um objetivo maior, que está relacionado com a essência da marca. E, seja qual for a mensagem, nunca deixar de ser verdadeiro. Muito além das curtidas Conforme as marcas começaram a buscar seu espaço nas redes sociais, as próprias plataformas foram se ajustando para aproveitar essa oportunidade. A fonte de receitas do Facebook, por exemplo, é o investimento que as empresas fazem em anúncios e posts patrocinados no site. Esse novo universo da publicidade às vezes parece um tanto científico, já que há uma série de números e práticas para obter os melhores resultados e monitorar o desempenho. Isso é muito legal, pois permite otimizar o investimento e saber com precisão qual o retorno sobre ele. O problema surge quando se enfatiza demais o quantitativo e o qualitativo acaba ficando um pouco de lado. E quando as métricas — dados referentes ao comportamento dos usuários e outras variáveis importantes — levam a conclusões equivocadas por conta de análises simplificadas. “A curtida, por exemplo, em muitas situações é uma métrica de aparência, que não é muito importante”, opina Marina Barros, coordenadora de mídias sociais da agência Incomum. Imagine que uma empresa publica um post que viralizou, recebeu centenas ou milhares de curtidas e resultou em muitos seguidores novos. Quantas dessas pessoas realmente conhecem o produto ou serviço dessa marca, já o consumiram, têm o potencial de consumir ou de influenciar pessoas? “O difícil é fazer um post institucional e as pessoas interagirem”, completa Marina. É a diferença entre a “métrica vazia” das curtidas e o engajamento de verdade. “Engajamento é inbox, é gente que entra em contato ou comenta e conhece de fato a marca, que compartilha porque quer disseminar aquela ideia. Ou seja, interações qualificadas.” No fim, tem tudo a ver com o que abordamos neste texto sobre inteligência de mercado. O monitoramento dos números é importante, é claro, mas é só uma parte do trabalho. Tão importante quanto, ou até mais, é ter um pensamento estratégico para interpretá-los e tomar as decisões corretas baseadas nesses números. Comunicação precisa ser horizontal e verdadeira Profissionais do Marketing Digital podem achar que tudo o que foi falado até aqui é obviedade. Para o cliente também? “A gente vem fazendo um trabalho de orientá-lo a olhar para as métrica certas em cada contexto, para ele não supervalorizar a aparência”, explica Marina Barros. “Às vezes, o cliente precisa de tráfego para o site, de vendas no seu ecommerce ou de visualizações em um vídeo. Essas são métricas tão importantes quanto as curtidas, comentários e compartilhamentos”, exemplifica. A partir dessa orientação, o cliente entende que curtidas em conteúdos que não estão relacionados com a marca não têm tanto valor assim. E compreende que trabalhar com redes sociais não é só produzir loucamente, e sim falar sobre a empresa, seus produtos, serviços e conceitos de uma maneira que desperte o interesse do usuário. Um desafio e tanto. “É um processo de educação, mas vale destacar que todo mundo está aprendendo. É um universo que muda todos os dias, e rotineiramente lidamos com novos objetivos a serem atingidos”, pondera a coordenadora de mídias sociais da Incomum. O desafio é maior para quem estava acostumado com os tempos em que a publicidade era menos horizontal, diferentemente da fase atual, em que as redes sociais representam um canal de comunicação direto com o público consumidor, que se torna um verdadeiro interlocutor. É um cenário que exige mais atenção e transparência. Para Marina, a caminhada do propósito começa aí, porque é necessário um processo de comunicação mais honesto, com mais verdade. O que é, não se esqueça, uma das premissas da comunicação estratégica. Comunicação estratégica nas redes sociais O que podemos garantir é que não há fórmula pronta no trabalho com redes sociais. Cada marca tem sua história, seu contexto e suas metas, e a estratégia nesses canais deve considerar todas essas particularidades. É por isso que o Plano de Voo, metodologia criada pela Incomum, começa com a etapa de diagnóstico antes da criação do conceito, do planejamento e da solução. Antes de sair criando conteúdo de qualquer maneira, é necessário definir qual é o objetivo por trás de cada perfil nas redes sociais e, a partir daí, planejar quais as métricas serão acompanhadas. O objetivo pode ser gerar relacionamento, criar um canal de atendimento, gerar Leads, posicionar e disseminar a marca… O importante é que ele esteja alinhado com algo maior, que é o propósito. Isso é comunicação estratégica.

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Black Friday 2019

Black Friday. Ações de MKT para sua loja virtual vender mais.

No próximo dia 29 de novembro, acontece uma das datas mais importantes para os ecommerces brasileiros, o Black Friday 2019. A expectativa é que a data gere um faturamento de R$ 13,5 bilhões. E é nesse período que os ecommerces precisam se movimentar para não perder vendas, planejando e executando ações que ajudam a alavancar ainda mais as vendas. O Blog da ferramenta de automação RD Station, publicou um artigo com 18 ações que podem ser feitas até para quem deixou para última hora. Confira abaixo: Ações de Black Friday que podem ser feitas com mais antecedência 1. Renove sua base de Leads e envie informações sobre a Black Friday É importante atrair novos Leads e renovar sua base antes da data. Para isso, você pode fazer um conteúdo rico, atualizar algum material antigo ou fazer co-marketing com outra empresa. Depois, avise sua base de Leads e clientes que a empresa irá participar da Black Friday. As pessoas aproveitam o dia para comprar produtos que já desejavam, mas que achavam caros demais. No entanto, muita gente pode esquecer da data. 2. Defina suas ofertas de produtos e negocie com os fornecedores Outra ação para iniciar com antecedência é fazer um inventário. Assim, é possível ver, dentre os produtos ou serviços que a sua empresa oferece, quais podem ser colocados em promoção ou quais são altamente procurados e podem atrair clientes. Você precisa de mais produtos ou seu estoque está de acordo com a projeção de vendas para a data? Além disso, analise a margem de lucro e negocie condições especiais com os fornecedores, pois, se não houver planejamento estrutural, logístico e financeiro, a empresa pode ter prejuízo. 3. Escolha os canais que vai usar e crie um cronograma de publicações Definidas as ofertas, é hora de começar a planejar por quais meios elas serão divulgadas. Para isso, utilize os canais que mais dão resultado com sua audiência. São as redes sociais? Email? Google Ads? Suas ações de Black Friday podem estar em vários canais. Sabendo disso, você poderá fazer um cronograma de publicações, definindo quando cada peça irá ao ar e de quanto tempo precisa para a produção de cada uma, e começar a fazer imagens promocionais para as redes sociais, banners de retargeting, CTAs para o site etc. Também poderá calcular o tempo hábil para aprovações e alterações e para a produção de formatos complexos, como vídeos e animações, que precisam de mais tempo para serem produzidos. 4. Estabeleça um orçamento e faça um planejamento de mídia paga Você irá trabalhar com influenciadores? Impulsionar suas publicações? Por quanto tempo? Essa é a hora de pensar em todos os detalhes. Nessa etapa, defina quanto a empresa pretende investir, qual o ROI esperado, quanto irá investir em cada canal e por quanto tempo. É importante também reservar parte do orçamento para imprevistos. São muitas as opções, como Facebook Ads, Google Ads, Instagram Ads e YouTube. É interessante anunciar em mais de um canal, mas lembre-se de definir qual seu objetivo em cada um deles e se o seu público-alvo está lá. 5. Determine as métricas para suas ações de Black Friday As métricas têm relação direta com o desempenho do negócio e podem, inclusive, apontar problemas ou oportunidades, assim como dar mais segurança às decisões. Defina quais métricas você vai analisar e que definirão se a sua estratégia foi ou não bem-sucedida. Na área de marketing — principalmente em ecommerces — é comum avaliarmos, dentre outras, o número de visitantes; as taxas de conversão de oportunidades, Leads e vendas; o custo de aquisição de clientes (CAC); abandono de carrinho; e o ticket médio. Entendendo os números relacionados ao processo de compra do seu cliente, é possível saber exatamente o que é preciso melhorar e repensar ações pontuais para otimização. 6. Divulgue as ofertas com antecedência Como a Black Friday acontece em todo o país, com preços bem baixos, todos os sites e lojas lotam de pessoas buscando comprar mais e pagar menos. Assim, é difícil se decidir em meio a tantas ofertas e muitos itens acabam rápido, pela alta demanda. Por isso, ter acesso às promoções de antemão permite que clientes escolham com calma os produtos que desejam e, no dia da Black Friday, entrem no site apenas para realizar a compra. Ações de Black Friday para quem deixou para a última hora 7. Faça anúncios de retargeting Nem todo mundo que vê um anúncio pela primeira vez realiza a compra. Mas anunciar novamente para quem já demonstrou interesse pode fazer essas pessoas lembrarem da sua oferta. Você pode fazer remarketing tanto para quem visitou uma determinada página como também para quem colocou algum produto no carrinho, mas não finalizou a compra. Na Black Friday, essa técnica tem um apelo especial, pois você pode divulgar os produtos pelos quais as pessoas se interessaram com um grande desconto, atraindo o interesse delas. 8. Impulsione suas ofertas Aproveite a proximidade para impulsionar suas ofertas por meio de anúncios no Instagram e no Facebook. Diversifique seu repertório e use diferentes formatos de anúncio, inserindo-os no feed de notícias, na barra lateral direita do Facebook, no Instagram etc. Mas não deixe para fazer isso no dia da Black Friday! Como muita gente anuncia na data, a concorrência é alta e o custo por clique (CPC) tende a ficar bem mais caro. 9. Crie um evento no Facebook Crie um evento no estilo save the date no Facebook e divulgue-o na fanpage para que seus seguidores confirmem presença. Assim, eles serão notificados quando as ofertas começarem. Por meio da página, você também pode enviar outras notificações para ir aquecendo seus compradores em potencial. Aproveite para mostrar os produtos que estarão em desconto no dia da Black Friday. 10. Atualize as capas de suas páginas nas redes sociais A proximidade da Black Friday pede que as fotos de capa e de perfil das suas redes sociais tenham uma arte impactante. Aproveite os recursos do Facebook, por exemplo, de inserir vídeos na imagem de capa e chame atenção dos seus seguidores. 11. Coloque a data como um item no menu do site Insira um link de

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mobile commerce - Qual a verdadeira importância no Brasil

Qual é o verdadeiro potencial do m-commerce (e-commerce mobile) no Brasil?

O uso do celular pelos consumidores brasileiros vem crescendo de forma acentuada, o comércio via mobile teve um crescimento de 41% em 2018. O portal Meio&Messagem divulgou um artigo com dados relevantes que merecem nossa atenção. Confira o artigo na integra abaixo: Ser digital é premissa básica para quem quer ser competitivo e identificar as mudanças do comportamento dos consumidores é a primeira regra para entrar nessa nova era. Quer uma prova? O m-commerce cresceu 41% em 2018, enquanto o e-commerce registrou apenas 12% no mesmo período, conforme dados do 39º Webshoppers, principal relatório sobre comércio eletrônico, realizado pela eBit. Os varejistas estão de olho nesses números e na evolução do mercado de aplicativos. Se o m-commerce (ou e-commerce móvel) passou a ser uma grande oportunidade de negócios para as empresas do setor, o desafio agora é entender como explorar esse potencial no Brasil. Afinal, investir em mobile me trará sucesso no curto prazo? Para chegarmos a essa resposta precisamos antes analisar melhor alguns fatos. A tendência de crescimento no volume de transações via dispositivos móveis se explica em boa parte pela facilidade e comodidade que o celular proporciona, mas também pelo aumento do tempo gasto nesses aparelhos. Segundo dados da Statista, empresa global de estatística, o brasileiro é o campeão mundial de tempo gasto no smartphone — a média nacional é de quatro horas e 48 minutos por dia. Lideramos o top 5 ao lado de China, Estados Unidos, Itália e Espanha, que não passam de três horas de conexão. Evolução rápida rumo ao mobilePodemos afirmar que o smartphone é o dispositivo preferido dos consumidores para acessar a internet e é também onde passam a maior parte do tempo, superando a TV, rádio e veículos impressos. Se o cliente é “mobile”, as marcas que conseguirem explorar esse canal de mídia da melhor forma certamente verão o impacto imediato na performance de suas campanhas. A boa notícia é que tanto anunciantes quanto fornecedores já estão se preparando para esse cenário. Segundo o estudo Digital AdSpend, produzido anualmente pela IAB Brasil, foram investidos R$ 16,12 bilhões em publicidade digital no Brasil em 2018. Dos quais 67% foram destinados ao mobile e 33% para desktop e tablets. Ainda de acordo com o IAB, os investimentos em mobile no Brasil (67%) já ultrapassaram os do mercado americano (65%) e do Canadá (52%). Essa realidade reflete que o mercado vem se adequando às mudanças dos consumidores e já percebeu que é necessário estabelecer novas conexões com esse público. Publicidade móvel também exige personalizaçãoUma das estratégias já bem conhecidas de alavancar o engajamento e as conversões das vendas online, o retargeting, também vem se mostrando bastante poderoso no ambiente mobile. O objetivo do retargeting móvel é impactar os consumidores em seu smartphones e guiá-los novamente para dentro do app do anunciante. Na indústria da publicidade, as soluções baseadas em inteligência artificial (IA) estão se tornando obrigatórias para superar a concorrência. Os algoritmos de IA, sobretudo o deep learning, tornaram-se a resposta para o maior desafio do profissional de marketing: entender o potencial de conversão do usuário e seus interesses, para conseguir atrair sua atenção de forma relevante e não-invasiva. Com o uso da IA, é possível ajustar inúmeros parâmetros da campanha como frequência, conteúdo dos criativos e produtos exibidos, tudo isso de acordo com o perfil de cada consumidor. Esses anúncios segmentados e altamente personalizados são uma ferramenta poderosa para reengajar usuários e impulsionar as receitas via app. Fonte: Portal Meio&Mensagem

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Fome de Méqui

Depois de Méqui, consumidores escolherão “novo nome” do McDonald’s

Com uma estratégia de marketing pouco convencional, a McDonald’s busca criar uma relação mais próxima com o consumidor, valorizando a marca no Brasil. Recentemente a McDonald’s trocou o nome na fachada de algumas lojas em São Paulo e no Rio de Janeiro para “Méqui”. A mudança abrasileirada visa nada mais que criar uma relação mais próxima com o consumidor brasileiro. Em uma nova fase, a empresa usará as redes sociais para ouvir dos próprios consumidores como eles chamam a marca. Os nomes mais criativos serão usados para estampar fachadas, embalagens e anúncios. Segundo reportagem publicada pela revista Exame, nas próximas semanas as mudanças já poderão ser vista pelos 20 milhões de clientes ao redor do Brasil. No entanto, a campanha é uma ação de marketing isolada e temporária, não deve afetar o nome da marca. Segundo o diretor de marketing da empresa, João Branco, a ação é uma forma de celebrar a relação das pessoas com marca. Confira o vídeo publicado no canal da marca no Youtube.

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Internet ou mídia impressa

É melhor investir em internet ou mídia impressa?

Internet ou mídia impressa? Essa é uma pergunta comum quando se inicia o planejamento de comunicação e marketing. Sem dúvidas, a publicidade online vem ganhando cada vez mais adeptos, tendo movimentado R$ 11,7 bilhões em 2017. O impresso, no entanto, nem de longe se tornou irrelevante, movimentando no mesmo ano, R$ 3,1 bilhões, segundo o estudo “State of Ad Tech 2019”, desenvolvido pela Criteo em parceria com a Euromonitor. Ambas as mídias têm suas vantagens e desvantagens, trazendo resultados melhores quando trabalhadas de forma estratégica e em conjunto. O mais importante na hora de definir a parcela de investimento em cada uma delas, é ter um bom conhecimento do seu público, metas e objetivos bem claros, além de ter clareza sobre o que cada uma delas tem a oferecer em retorno, seja em vendas, relacionamento ou imagem. Para ajudá-lo a pensar sobre a relevância da internet e da mídia impressa no seu planejamento, trazemos neste artigo algumas informações valiosas sobre as vantagens de cada uma e suas principais diferenças. Confira! As principais diferenças entre a internet e a mídia impressa Quando falamos em publicidade na internet estamos abrangendo um leque variado de ações em marketing digital, como desenvolvimento de site, blog, compra de anúncios, patrocínio de influenciadores digitais, entre outras ações que ocorrem no ambiente virtual. Ao falarmos de mídia impressa, dizemos sobre uma das formas mais tradicionais de publicidade, como a produção de panfletos, cartazes, folders, anúncios em jornais e revistas, outdoors, etc. Em comum, essas duas formas de divulgação têm a potencialidade de alcançar um grande número de indivíduos, no modelo de comunicação conhecido como de um para muitos, ou seja, um único anúncio falando a muitas pessoas simultaneamente. As semelhanças, no entanto, param neste ponto, pois, além da diferença de alcance elas também destoam na segmentação.  Esclarecemos melhor este ponto ao descrever as vantagens e desvantagens de cada mídia. As vantagens da internet As possibilidades de microssegmentação e os custos mais baixos por anúncio são os principais atrativos da mídia online. Por isso, vamos começar por eles, mas, há também outras vantagens a serem destacadas. Microssegmentação A microssegmentação é a principal vantagem dos posts patrocinados em rede social. Com ela, é possível fazer uma segmentação mais detalhada para o alcance da sua publicidade, aumentando a assertividade da mensagem. Isso possibilita, por exemplo, que você crie campanhas diferentes para atingir personas específicas. Se você quer falar exclusivamente com a parcela feminina do seu público que se interessa por meio ambiente, é possível programar o anúncio para que ele seja exibido apenas para pessoas com esse perfil. Da mesma forma, se o intuito é vender sapatos masculinos para homens que se interessam por esporte, também é possível impulsionar um conteúdo especial de campanha para esse público. Com essas possibilidades, o anunciante ganha em tempo e assertividade, além de ser uma ótima forma de falar diretamente com seus clientes e ter esforços melhor direcionados. Custos mais baixos e controlados Além de terem custos mais baixos por anúncio, sendo possível participar de leilões ou estabelecer um valor prévio para impulsionar uma publicação, a publicidade online garante mais flexibilidade de investimento que a mídia impressa. Isso porque você pode investir pequenos valores e testar a funcionalidade, o alcance e os resultados, para então disponibilizar mais verba e adequar a estratégia de horário de publicação ou segmentação, por exemplo. Formação de audiência própria Outra vantagem da publicidade online é a possibilidade de formar sua própria audiência, direcionando o target para seu site, blog ou canal de relacionamento. É mais fácil manter um público interessado no seu próprio conteúdo que contar com a audiência diversificada da mídia de terceiros, onde o anúncio foi feito. Métricas mais claras A mídia online traz facilidades incomparáveis na hora de mensurar os resultados da campanha. As próprias ferramentas de publicidade online fornecem alguns dados, como taxa de clique, tráfego direcionado para o site, produtos colocados no carrinho de vendas, preenchimentos de formulários de contato, entre outros. Todos esses dados permitem calcular com mais segurança os custos por cliente e o retorno do investimento, com muito mais clareza que o que se pode mensurar na mídia impressa. Desvantagens da internet Apesar de todas as potencialidades, nem tudo são flores no ambiente virtual. Uma das principais desvantagens é o grande número de anunciantes disputando a atenção dos consumidores. É fácil ficar perdido no mar de informações disponibilizadas na web ou se irritar com todos os banners e anúncios nos cantos das páginas de navegação. Outra desvantagem é a falta de controle do anunciante em relação aos sites ou vídeos — no caso de anúncios feitos no YouTube — onde a publicidade será exibida. Como o anúncio é exibido em conteúdos de terceiros, pode gerar algum ruído de comunicação se o canal de exibição não tiver afinidade com os valores da empresa, mesmo que seu cliente navegue por aquele espaço. Vantagens da mídia impressa Ainda que tenha perdido muito espaço, a mídia impressa ainda tem valor estratégico para um plano completo de comunicação, além de ser imprescindível para a construção da imagem e reconhecimento da marca. Ganhos em credibilidade Ao anunciar em mídia impressa há uma transferência de credibilidade da mídia para sua marca. Afinal, quem lê determinada revista reconhece nela alguma autoridade ao lhe conferir relevância, especialmente as mais segmentadas. Ao anunciar neste veículo, sua marca se alinha a esses valores, se beneficiando desse reconhecimento. Ao contrário do que ocorre no anúncio em sites desconhecidos, é possível saber exatamente quais valores são acionados naquela publicação e como eles podem ser relevantes para o seu público. Público mais focado As pessoas que estão lendo materiais impressos estão mais focadas que aquelas que veem anúncios online. Por um motivo muito simples: elas escolheram ler aquele material e não têm um monte de outras informações brigando por sua atenção. Essa é uma vantagem que pode ser explorada para personalizar mensagens em flyers, mala direta, folders ou panfletos preparados exclusivamente para a exposição em um tipo específico de evento, por exemplo. Desvantagens da

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Design e Comunicação Institucional

Design e Comunicação Institucional: fundamentais para valorização de sua marca

O principal papel da comunicação institucional é garantir que todos os públicos de uma empresa reconheçam seus valores, objetivos e posicionamento de mercado em qualquer contexto.  Ou seja, o DNA da sua marca deve ser reconhecido pelos Stakeholders em todos os canais e mídias a que for exposta. Construir uma comunicação institucional forte é um passo indispensável para uma marca de sucesso. Em uma sociedade cada vez mais imagética, o design e a identidade visual se tornam pilares cada vez mais robustos para uma comunicação institucional eficaz. Neste artigo falamos sobre comunicação e design na comunicação institucional. Vamos explorar a importância de uma boa apresentação visual para os stakeholders, explicando o papel da identidade visual, peças gráficas e digitais e da linguagem textual para o sucesso de sua comunicação junto aos diferentes públicos. Boa leitura! Reconhecendo os stakeholders Você sabe quem são os stakeholders da sua empresa? Esse é um público muito amplo, heterogêneo e que se relaciona com sua marca em contextos e com objetivos de diferentes. Formado por todos aqueles que têm interesse no funcionamento da sua organização e que são influenciados por ela e a influenciam, os stakeholders podem ser divididos em duas categorias: interno: gestores, funcionários e acionistas; externo: clientes, fornecedores, concorrentes, mídia, ONGs, comunidade, etc. Um mapeamento estratégico de seus stakeholders é fundamental para o seu plano de comunicação integrada e para o desenvolvimento de ações específicas para cada grupo. Por mais diferentes que esses grupos possam ser, é preciso que toda a sua comunicação institucional seja compreendida por eles da mesma forma. Para isso, é preciso que a comunicação visual seja capaz de traduzir os valores da sua marca, para que ela seja reconhecida e valorizada por todos os seus stakeholders. A identidade visual na Comunicação Institucional A comunicação institucional é uma das principais ferramentas para a criação de uma identidade visual forte e clara. Para além de imagens esteticamente bonitas, um bom design contempla a essência da empresa e o que ela deseja comunicar, transformando conceitos abstratos em imagens inteligíveis para todos os públicos. Por isso, a construção visual da marca passa por um estudo detalhado de cores, fontes e conceitos que traduzam da melhor maneira o que a empresa entrega — não apenas em produtos e serviços, mas também em valores e vantagens. Definição de cores Definir as cores de uma logomarca ou um projeto empresarial vai além do gosto pessoal. As cores e seus diferentes tons despertam inúmeras sensações que podem ser mais ou menos desejáveis, dependendo do seu segmento de atuação. Você já percebeu que hospitais e clínicas de saúde usam cores suaves como azul e verde? É porque elas transmitem a sensação de tranquilidade e calma. O vermelho é uma cor mais agressiva, mas também comporta a ideia de paixão e ação. O laranja é alegre e aventureiro, ficando ótimo em empresas esportivas ou de jogos, ou negócios que estimulem a criatividade. Todos esses exemplos são para reforçar a importância de um estudo de cores para a escolha da logomarca e das peças de comunicação visual, retirando dos tons as melhores sensações que possam causar ao público com o qual se fala, sem erros e riscos de rejeição. Além da tipologia das cores, outra pesquisa importante na hora da escolha dos tons é o mapeamento de quem são seus stakeholders e como utilizar as cores para influenciá-los positivamente. Públicos de classes sociais mais baixas têm preferência por cores mais básicas, como azul, verde, amarelo. Os de classe mais alta tendem a gostar mais das cores sofisticadas, que dão a ideia de requinte, como pérola, salmão ou lilás. Escolha da fonte Assim como as cores, a fonte tipográfica também deve ser pensada de forma estratégica. Além de tornar o texto legítimo, uma boa fonte é aquela que se alinha ao que a empresa mais deseja comunicar em sua comunicação institucional: honestidade, seriedade, confiança, sofisticação, criatividade, lucidez, eficiência, etc. Claro que todas essas características são desejadas. No entanto, é preciso escolher aquela que é mais relevante para o seu negócio, que terá mais apelo junto ao cliente logo no primeiro contato, para que ele te escolha ao invés do concorrente. Para uma corretora de seguros, por exemplo, é mais relevante transmitir de imediato uma sensação de segurança e solidez que de criatividade. Para uma loja de artigos de decoração, o contrário será mais eficiente. Conceito da marca As cores, as fontes e as imagens escolhidas para a identidade visual trabalham em conjunto para transmitir um conceito que resuma com impacto os valores da marca. Construir um conceito de marca não é fácil e exige uma compreensão ampla do negócio e do público, além de uma boa equipe de design e comunicação visual. O conceito de marca é um tripé formado por especificidade, honestidade e objetividade. Ou seja, deve traduzir um valor específico da marca, expressando com clareza o que de fato será entregue, de forma direta e objetiva. O uso da identidade visual nas peças gráficas e online A construção do reconhecimento de marca é um trabalho de comunicação de longo prazo. Por isso, é muito importante ter todo o cuidado no uso da identidade visual na sua comunicação — aqui incluídas não apenas ações de marketing digital, mas também o desenvolvimento do site, blog e redes sociais. É possível inovar no uso de outras cores em ações promocionais, indo além daquelas idealizadas para a logomarca e a comunicação institucional permanente. No entanto, esse trabalho não pode em nenhum momento descaracterizar o design e a identidade visual reconhecidos da sua marca, especialmente se ainda estiver em construção. Uma descaracterização dificulta o reconhecimento, comprometendo a eficácia da comunicação com os stakeholders. A importância da linguagem textual Como já dissemos, os stakeholders são diversificados, o que exige uma adequação da linguagem textual da comunicação institucional de acordo com o grupo ao qual se dirige. O pulo do gato aqui é manter a coerência da comunicação, alinhada à identidade visual, mas personalizada para melhor comunicar com públicos específicos. Mesmo para aqueles que estão

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Saiba como ter o melhor site para venda de serviços

Saiba como ter o melhor site para venda de serviços

Ter um site para venda de serviços é um grande desafio para a maioria dos profissionais que desejam vender o que têm de mais valioso: seu tempo e sua expertise em alguma área de conhecimento. Isso porque, quando falamos em e-commerce, o mais comum é pensarmos em produtos físicos e tangíveis que o consumidor pode tocar, visualizar e experimentar com facilidade. No entanto, quem vende serviços pode e deve aproveitar as oportunidades que o ambiente digital traz para ampliar sua visibilidade e suas vendas, gerando valor e atraindo novos clientes. Fazer compras online é um hábito cada vez mais forte entre os brasileiros. Por isso, este é um ambiente de negócios de grande potencial também para o setor de serviços. Quer saber como seu site pode lhe trazer mais clientes? Continue a leitura! Por que ter um site de vendas de serviços? Antes de comprar qualquer coisa, as pessoas pesquisam sobre o que desejam. E esse comportamento não é válido apenas para produtos, inclui também serviços. Ter um site atrativo, intuitivo e focado na experiência do usuário funciona como uma ótima divulgação dos seus serviços, ao oferecer informação qualificada ao seu público. A Pesquisa Brasileira de Mídia, realizada em 2016 pelo Governo Federal, revelou que a internet é a segunda mídia de comunicação mais usado pelos brasileiros, perdendo apenas para a televisão. Segundo a pesquisa, 26% das pessoas utilizam esse canal, em seguida, vem o rádio (7%) e o jornal (3%).  A relevância da internet é uma crescente no Brasil. A pesquisa de janeiro de 2019 da We are social e Hootsuit, indicou 70% dos brasileiros usam internet. Somos o povo que passa mais tempo conectado por dia, com 9 horas e 29 minutos, atrás apenas dos filipinos, que ficam 10 horas e 2 minutos na internet diariamente. A média mundial de tempo gasto nessa mídia é de 6 horas e 42 minutos.  Obviamente, muito desse tempo é usado em trabalho e estudo, mas grande parte também é gasta zapeando por sites de interesses imediatos. Esse é o tempo que um bom site de serviços tem para atrair a atenção de seus clientes. Quais informações são importantes em um site de vendas de serviço? Obviamente, o tipo de informação que um cliente potencial busca sobre um profissional de nutrição, dentista, salão de beleza, advogado, entre outros serviços, é diferente do que ela avalia quando vai comprar um sapato. Dessa forma, o produto do seu site de serviço é você, sua equipe e o que vocês podem fazer. Isso faz com que algumas informações sejam mais relevantes para o seu marketing de serviços que as especificações técnicas do serviço que você está vendendo. Veja na lista abaixo algumas áreas que devem estar em destaque em seu site de venda de serviços. 1. Página “sobre” ou “quem somos” Lembra que dizemos que você e sua equipe são o principal produto do seu site? Trazer um perfil detalhado de quem são os profissionais, sua formação, trajetória, prêmios e reconhecimentos em sua área de atuação é o primeiro passo para ganhar autoridade junto ao cliente. 2. Portfólio Uma página de portfólio é essencial. Ela apresenta para seu público os melhores trabalhos já desenvolvidos, funcionando como uma vitrine para o cliente avaliar a qualidade do serviço. 3. Clientes atendidos A divulgação de serviços online tem um apelo semelhante ao que acontece no offline: a indicação de terceiros. Construa um relacionamento com seus clientes forte o suficiente para que eles estejam dispostos a falar bem de você. Use esses depoimentos para fortalecer seu marketing pessoal e enriquecer seu site. Vale usar fotos, vídeos e aspas. Clientes satisfeitos funcionam como ímã para novos clientes. Quantas vezes você já não indicou a um amigo ou conhecido o site de um fornecedor que lhe atendeu bem? Esse espaço é ainda uma fonte de segurança e confiabilidade para aqueles clientes potenciais que chegarem ao seu site após uma busca no Google, por exemplo, aumentando sua relevância na internet. 4. Marketing de conteúdo Para criar autoridade no mercado digital você precisa ser reconhecido como especialista na sua área de atuação. O marketing de conteúdo é a melhor forma de construir essa ponte com seu cliente potencial. Para isso, é importante que você conheça bem o seu público, suas necessidades e dúvidas. Construir personas é o caminho mais eficaz para você desenvolver conteúdos que sejam relevantes para os sites de busca — com boas práticas de SEO para um bom ranqueamento e divulgação espontânea — e principalmente para atender aos anseios do seu público. Para construir um bom plano de marketing, você vai precisar de profissionais experientes nesta área. A melhor alternativa é contratar uma agência de comunicação, que poderá orientá-lo sobre esses passos e também ajudá-lo a construir um site mais responsivo e atraente. 5. Call to Actions Call to Action ou CTA são chamadas que indicam ao usuário o que fazer naquele espaço. Em um site de serviço, CTAs são excelentes ferramentas para criar uma primeiro canal de comunicação direta com o cliente. A linguagem utilizada no CTA deve ser imperativa ou escrita no infinitivo como, por exemplo: “entre em contato”; “baixe nosso e-book”;  “deixe seu comentário”; “receba mais informações por e-mail”; “conhecer catálogo de serviços”. A página, botão ou quadro de um CTA precisa ser atrativo e direto, estimulando o cliente a deixar seus contatos, informar quais sãos suas necessidades ou dúvidas. Esse espaço deve incentivar seu visitante a contar mais sobre o que ele procura, para que você tenha informações que vão além do óbvio. Assim, em um contato mais direto você pode apresentar serviços mais personalizados, que resolvam o problema que o cliente apresentou. Como oferecer um pacote de serviços de forma atrativa? Quem vende serviços não oferece um produto pronto, oferece soluções. Assim, a melhor forma de apresentar serviços é apresentar os benefícios que eles trarão para seu cliente. Por exemplo: se você vende consultoria, seu cliente precisa saber como seu conhecimento vai potencializar os negócios dele, sua vida profissional e ajuda-lo a chegar aos resultados

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O que você precisa saber sobre desenvolvimento de site

O que você precisa saber sobre desenvolvimento de site

Um bom site vai além de um simples canal para ser encontrado, é uma ferramenta de relacionamento e vendas. Por isso, o desenvolvimento de site deve ser feito com planejamento e estratégia, focado na experiência do usuário. Ter um site com informações irrelevantes, estrutura de navegação confusa e layout feio, é a formula para expulsar seus clientes. Um website atraente e responsivo é um convite para o usuário permanecer por lá por mais tempo, aumentando suas chances de conversão. Quer saber como fazer do seu site um canal mais eficiente? Continue a leitura! O que tem mais impacto: conteúdo ou visual? É claro que um site visualmente atrativo é extremamente importante. No entanto, não adianta ter um design de encher os olhos se o conteúdo não acompanhar. Esses dois aspectos devem andar em conjunto e se complementarem. O seu cliente está em busca de informações relevantes, que solucione os seus problemas ou ao menos aponte caminhos que o inspire a encontrar soluções práticas e criativas. Assim, ter uma embalagem atrativa para um conteúdo realmente útil é o melhor que o seu site pode fazer pelo seu cliente e pelo seu negócio. Quais são as páginas mais importantes de um site? Seja qual for o seu negócio, há quatro páginas que não podem faltar no seu website: página inicial; a página “sobre” ou “quem somos”; blog; e página de contato. Página inicial É a porta de entrada do seu negócio na internet, por isso, as informações mais importantes devem ser diagramadas nessa página. É preciso que ela tenha um fluxo de informações que direcionem o cliente de forma clara para os próximos passos da interação. Os CTAs bem direcionados são ouro para que seus clientes acessem as outras páginas e fiquem por mais tempo. Sobre ou quem somos É o canal para a empresa se apresentar, dizer de forma direta o que pode fazer pelo cliente. Contar as partes mais relevantes da história ajuda a criar admiração e confiança no potencial e qualificação da empresa para entregar o que promete. Blog É o espaço onde o marketing de conteúdo pode ser desenvolvido com estratégia, pensando em cada ponto do funil de vendas e nas possibilidades de conversão. É preciso ter sempre conteúdo relevante para o cliente, apresentando os mais recentes primeiro. Criar categorias de conteúdo também facilita que o usuário encontre logo o que está buscando. Incluir CTAs interessantes, como assinar o blog, entrar em contato, comentar no post, compartilhar nas redes sociais, entre outros, é uma forma eficiente de estimular o cliente a se manter conectado com a empresa. Contatos Facilite a interação do cliente que entrou na sua página de contato. Inclua CTAs óbvios e diretos como “Fale conosco!”; “Deixe sua mensagem!”; “Entre em contato!”. Use links diretos para o endereço de e-mail ou disponibilize formulário de mensagem direta. Os números de telefone com indicações dos canais como SAC, setor de vendas, ouvidoria também direcionam de forma mais satisfatória a ação do cliente. Bem como informações de endereço com mapas que o ajudem a localizar com mais facilidade a empresa. Como planejar e estruturar o conteúdo do site? Na primeira página do seu site, seu cliente deve encontrar as informações mais importantes, como quem é a empresa, o que oferece, quem são seus clientes, como entrar em contato, etc. Uma navegação limpa, com linguagem clara e acessível é essencial para criar uma boa impressão. Os botões devem ser facilmente visualizados, com indicações precisas do conteúdo que o usuário vai encontrar em cada um deles. Uma caixa de inscrição de e-mail ou assinatura de newsletter deve ser um convite atrativo o suficiente para que o cliente se interesse em avançar nesse relacionamento, deixando seus contatos. Para isso, o site precisa oferecer um pouco mais que as informações básicas. Ter um blog integrado é um ótimo motivo para criar audiência, oferecer conteúdo relevante e cultivar essa proximidade. Um bom desenvolvimento de site precisa ser feito com planejamento e respeitar alguns passos essenciais. Conheça alguns deles. Construir páginas simples Cada página do site deve ser pensada para cumprir um objetivo específico, que entregue ao cliente exatamente o que ele busca. Expor uma infinidade de informações, tentando mostrar ao cliente tudo o que o seu negócio oferece de uma única vez, tem mais chances de saturar o espaço e distrair o usuário sem cumprir nenhum objetivo. Seja paciente! É mais efetivo entregar logo o que o usuário quer e convidá-lo a conhecer outras áreas do site. Ter landing pages concisas e precisas Muito usadas para receber campanhas do Google, o objetivo desta página é levar o cliente a executar uma ação, de forma rápida e segura. Por isso, essas páginas devem ser concisas e precisas, usando uma linguagem mais imperativa, que seja também uma promessa de solução. Usar verbos de ação e um call-to-action que estimule a reação, ajuda muito a cumprir esse objetivo. Quanto ao design, o ideal é que ele seja limpo, com muitos espaços de respiro que atraia o olhar do cliente diretamente para ação desejada. Fazer uso de uma linguagem direta e objetiva Mesmo para negócios que oferecem serviços e produtos que exigem o uso de uma linguagem mais técnica ou burocrática, é preciso ter o cuidado de manter as informações claras e objetividades. Usar uma linguagem direta significa falar o essencial com o cliente, sem dar muitas voltar ou fazer uso de rebuscamentos desnecessários. Usar recursos visuais com equilíbrio Fotos, vídeos, infográficos, ilustrações. Todos esses recursos visuais ajudam a dar mais leveza ao conteúdo, contribuindo para uma leitura mais direta e menos cansativa, garantindo maior eficiência na mensagem. O cuidado com esses recursos é para que eles não sejam excessivos, deixando a página lenta. Afinal, as pessoas têm cada vez menos paciência para esperar o carregamento de uma imagem ou vídeo. Com a demora no acesso, o cliente encerra a interação bem antes que o desejado. Ter layout leve e ser responsivo Um site interessante e chamativo não é sinônimo de muitas cores, blocos de texto e

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